Atenção para essa história, foi contada por Jesus Cristo na Bíblia Sagrada no livro de Lucas 16-20 (adaptada na visão do rico desconhecido)
Havia um homem muito rico, tinha muitas roupas luxuosas, vivia no glamour da sociedade de sua época.
Fazia banquetes espetaculares, e se servia das comidas mais caras que seu dinheiro podia comprar, alias dinheiro é o que não faltava, ele mesmo se dava presentes, não se preocupava com os outros, haviam pessoas que comiam das migalhas de seus banquetes em suas festas.
E como todas as festas neste mundo tem seu fim, assim também padeceu aquele homem e morreu, como todos os seres humanos, não importa a sua condição ou posição. E o seu fim foi ser sepultado.
No Inferno sua alma estava atormentada sofrendo muito, lembrou-se de Deus.
Lembrou-se de que enquanto estava vivo, não dava importância, quando falavam de Deus e de sua misericórdia, do amor de sua salvação. Começou a pedir com grande clamor, gritava do fundo da sua alma perdida.
“ Pai…tem misericórdia de mim ! ”
“ … molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nessa chama.”
Era muito tarde, ninguém podia ajudá-lo. Ninguém, nem no céu e nem na terra o podia livrar daquele tormento eterno, não tinha mãe, nem pai, nem amigos, nem irmãos, estava só.
E pensando em sua família pediu:
Pai, eu te imploro que avise a minha família, e meus cinco irmãos, que se não obedecerem a palavra de Deus virão também a esse horrível lugar. Mas não teve solução nem resposta.
Estava preso eternamente naquele lugar de desgraça e dor, já não havia festas, bens, dinheiro, fama, absolutamente nada mais.
Será que vale a pena ter tudo nesta vida e perder a alma?
Será que vale a pena não se preocupar com a vida eterna?
Melhor se preocupar agora, pois depois da morte será muito tarde.
Pastor Paulo Menezes
Fonte: Exercito Universal
Havia um homem muito rico, tinha muitas roupas luxuosas, vivia no glamour da sociedade de sua época.
Fazia banquetes espetaculares, e se servia das comidas mais caras que seu dinheiro podia comprar, alias dinheiro é o que não faltava, ele mesmo se dava presentes, não se preocupava com os outros, haviam pessoas que comiam das migalhas de seus banquetes em suas festas.
E como todas as festas neste mundo tem seu fim, assim também padeceu aquele homem e morreu, como todos os seres humanos, não importa a sua condição ou posição. E o seu fim foi ser sepultado.
No Inferno sua alma estava atormentada sofrendo muito, lembrou-se de Deus.
Lembrou-se de que enquanto estava vivo, não dava importância, quando falavam de Deus e de sua misericórdia, do amor de sua salvação. Começou a pedir com grande clamor, gritava do fundo da sua alma perdida.
“ Pai…tem misericórdia de mim ! ”
“ … molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nessa chama.”
Era muito tarde, ninguém podia ajudá-lo. Ninguém, nem no céu e nem na terra o podia livrar daquele tormento eterno, não tinha mãe, nem pai, nem amigos, nem irmãos, estava só.
E pensando em sua família pediu:
Pai, eu te imploro que avise a minha família, e meus cinco irmãos, que se não obedecerem a palavra de Deus virão também a esse horrível lugar. Mas não teve solução nem resposta.
Estava preso eternamente naquele lugar de desgraça e dor, já não havia festas, bens, dinheiro, fama, absolutamente nada mais.
Será que vale a pena ter tudo nesta vida e perder a alma?
Será que vale a pena não se preocupar com a vida eterna?
Melhor se preocupar agora, pois depois da morte será muito tarde.
Pastor Paulo Menezes
Fonte: Exercito Universal






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